a tesoura do desejo corta mais uma vez os pêlos,
pelas necessidades diárias dos pensamentos inoportunos desaguarem em abismos sem volta.
a cabeça apela pelo sossego,
silenciado na surdina imensidão do não-pensar.
o corte é a morte do caminhar,
que aos tropeços dobra esquinas de peleja.
tentando chegar em algum lugar para chamar de seu!