quinta-feira, 29 de abril de 2010

Ave!

O espaço curto de intervalo entre a elucubração e o devaneio.
Certo dia, ouvi dizer de um enorme vazio entre um e outrem.
Discordei, afirmando ser uma vírgula de diferença,

Afinal toda elucubração que se preze
devaneou-se em sintaxes desvairadas
sedentas por serem ditas e repetidas

Não há o caminho in-verso,
apenas o verso versado
tantas vezes calado

Elu-cu-bração
O elo do cu com o bração.
O corpo entrecortado pela palavra!


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Dizia Guimarães Rosa: Ave Palavra!

domingo, 25 de abril de 2010

sexta-feira, 9 de abril de 2010

dúbia

Diz instância:

quinta-feira, 1 de abril de 2010

sub-imundo

Imundície algoz à luz solar
inunda-te de resíduos ácidos e,
comprometer-dores.

O lixo milionário que vive às custas da fome
e da fé num deus com letra minúscula (Maiúscula, (in)felizmente para muitos, quase todos)

Ganância e inveja, frutos, sem ser de comer, mas que devoram os quem acometidos.
Meter guela a dentro (ou a fora) o de comer,
sem alimentar a alma, pois não se sabe fome de quê.

Hoje, anoréxicas de espírito e corpo colorem as telas consumidoras de lixo.
No fim das contas, tudo vira dinheiro, ainda que virtual.
E o que era humano, começa a virar um sistema palpável de lógicas binárias combinadas.

Resultado: Dinheiro (e lixo)
Para todas as outras coisas, existem seus 3 cartões de crédito!
Aproveita e parcela tua alma.
Rumores rumam que no Inferno sai até mais caro.



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Tralha:
5. Infrm. Acervo de várias coisas em desordem.