terça-feira, 15 de junho de 2010

deixe é de pequenez!



mesquinharias baratas e muros dependurados
uma carência incalculável,
medo de viver de verdade!

preferes viver à espreita,
confortando-se na força coletiva;

vampirescamente suga-te a alma
pra depois usá-la contra ti.

já eu, prefiro um banho de mar e distância:
diz, instância!
o que sinto é incapaz de ser representado, perdão.

Fico então com a mesquinhez da palavra.







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Pelo menos do meu sangue não terás uma gota.

domingo, 13 de junho de 2010



amar dói mais que perder










































































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e não tem quem mais preencha, além do Vazio.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Res-saca.



Resvalando-se em
momentâneos
tiques
amnésicos
despregados da realidade.
Quase tateando o sonho/a fantasia do buraco negro
que é o da mente.
Corpo encharcado,
digerindo teores álcoolicos acima do aceitável
O colchão que te suga
e pede que sirva-se de lombras.

E as lombrigas parecem gostar
Enquanto a cabeça, confusa, repensa uma vida inteira
Os anos, por suas (23) vezes, vão engolindo os desatinos

Assim se desencaixa a (hum)anidade.