terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

a mulher-mosca

transeunte imaginação insistente de conteúdos oníricos subjacentes

o que fica debaixo do tapete é o medo de baratas,
a pulga atrás da orelha habitual
e os macacos que me devoram semânticamente.

de metáfora em meta-fora se enche um barril de cervejas(tezas)!
e viva os domingos bebidos à contra-gotas.

cada lágrima estendida no varal das ilusões compradas
vale um tostão de coragem vendida a preço de banana
e novamente os macacos..

[até eles aprenderam a viver em família]

sendo que o tesão pela vida quem tem é Ela, a mulher-mosca.
É chata como as moscas e insistente igualmente
e todo dia morre e nasce
e morre
e nasce

outra mosca

vida curta, corta corta, CURTA!




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colacia: intimidade

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